ARTIGO: Descaso público!

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Descaso público!

Como bom formador de opinião, ser crítico faz parte da característica humana e aceitar certas condições são critérios individuais.

Quarta-feira, 7 de maio e dia nacional do jornalista, poderia ser coroado com belas homenagens se não tivéssemos que receber informativos que podem nos entristecer e pararmos para refletir quando vivenciamos descaso e desrespeito a classe de jornalista no estado de Rondônia.

iMAGEM ILUSTRATIVA

O jornalista, Osmar Silva, fez duras críticas e cobranças com referências a ética e profissionalismo dos colegas jornalista de uma forma contextualizada a que se diz respeito aos verdadeiros sentimentos profissionais quando se pratica de forma irresponsável e com o mínimo da ética profissional, porém poderia se tivesse lembrado, de citar os descasos frente aos colegas.

Uma publicação do processo seletivo para assessor de imprensa para vagas na SEFIN – Secretária de Finanças, com requisitos para preenchimento a vaga poderia ter sido um prêmio e valorização aos profissionais da comunicação, se não houvesse naquela oportunidade a aceitação de outros profissionais do setor contábeis, economia e administração, de forma correlata com se citava no processo seletivo.

Não fazemos descriminação pelas janelas das oportunidades que se abrem, afinal o sol é para todos. Mas precisamos valorizar nossos profissionais para vagas específicas a eles. É fato que para ser jornalista, todo e qualquer cidadão brasileiro, pode ter este direito, já que a constituição prevê a liberdade de expressão e o direito de exercer a profissão legalmente.

Desconheço outras profissões que se possa exercer sem qualquer impedimento, com excessão do jornalismo. O jornalista não pode exercer a profissão na medicina, direto, administrativo etc., mas qualquer outra categoria poder ser jornalista.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Rondônia, em determinada época, manifestou-se e solicitou que a promotoria pública intervisse e sugeriu-se ao governo que direciona-se vagas específicas aos profissionais da comunicação, evitando-se assim, o preenchimento de vagas por indicação ou características de favorecimentos políticos.

Alexandre Fernandes

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